Equações Astroatômicas
As equações astroatômicas demonstram as proporções matemáticas entre sistemas atômicos e sistemas astronômicos, mais especificamente, entre sistemas atômicos e sistemas planetários, os quais ao longo dos cosmos passam por transformações e desenvolvimentos até alcançarem o equilíbrio dinâmico, tal qual o nosso sistema solar, o que os tornam padrões energéticos proporcionais às unidades atômicas (eletrosféricas e nucleares) por adaptação ao princípio da correspondência (de Niels Bohr). Essa proporcionalidade astroatômica define a relativização de massa (teoria de Einstein) no equilíbrio dinâmico entre duas dimensões (matéria e antimatéria) opostas entre si pelo tempo inverso. Assim, a velocidade em que determinada massa se transforma em energia é igual à velocidade em que a respectiva energia, de valor equivalente, transforma-se em massa:
E = M . c² => c = √ E / M

Tais equações são inspiradas no modelo do átomo planetário (de Ernest Rutherford) e foram desenvolvidas por analogia entre a equação da gravitação universal (lei de Newton) e a equação da interação eletrostática (lei de Coulomb) o que pressupõe que a relativização de massa se encontra em equilíbrio dinâmico por duas dimensões opostas, entre si, pelo inverso do tempo (matéria e antimatéria).

Gravitação universal (Isaac Newton) e conservação da massa (Antoine Lavoisier) são relativas, conforme revelado pela relatividade (Albert Einstein) entretanto, a própria teoria da relatividade também é relativa: A velocidade da luz no vácuo, que tem como símbolo a letra “c”, e é aproximadamente igual a trezentos mil quilômetros por segundo (c = 300 x 10³ km / s) foi considerada constante pela relatividade restrita, o que é valido em determinado grau dimensional do espaço-tempo, todavia, na interdimensão surge a constante astroatômica, que é cem vezes maior que a velocidade da luz...

P = 100 . c . s => P = 30 x 100³ km / s / s-¹ (cem vezes a velocidade da luz em quilômetros por segundo): Trinta milhões de quilômetros por segundo interdimensional. Esta constante astroatômica fornece um valor cem vezes maior que a velocidade da luz no vácuo, por cada inversão do espaço-tempo. Portanto, a constante “P” é o fóton astroatômico que resulta em um valor de tempo inverso, conforme a matemática acima, significando que há a transferência de massa entre duas dimensões opostas entre si, pelo limite do espaço-tempo reversível, na conformidade da função ondulatória particular intrínseca, ou de sua derivada extrínseca, definindo uma barreira interdimensional.

O espaço e o antiespaço ocorrem e se desenvolvem mutuamente ao mesmo tempo e ao mesmo antitempo, mas na interdimensão essa grandeza de tempo equivale à freqüência de permutas entre as partículas; de tal modo que sejam 5 (cinco) camadas materiais ou sintéticas com 5 (cinco) camadas antimateriais ou analíticas, resultando em 10 (dez) estados energéticos astronômicos correspondentes aos 10 (dez) estados energéticos atômicos, indicados pela proporcionalidade direta de cem vezes (10 x 10) a velocidade da luz pelo inverso do tempo.

A estabilidade dos elétrons nos orbitais na dimensão de seus níveis quânticos específicos é fornecida pela atratividade de antielétrons (pósitrons) ocupantes da antidimensão, ou seja, ocupantes da dimensão antimaterial, visto que pelo princípio antimaterial, de Wolfgang Pauli, cada partícula apresenta uma correspondente antipartícula, e isso só pode ser admitido se houver fenômenos dimensionais e antidimensionais, que sejam integrados e correspondidos entre si.

Matéria e antimatéria admitem permutas de partículas e de cargas elétricas, da dimensão para a antidimensão, e vice-versa, em equilíbrio dinâmico, o que fornece a estabilidade recíproca entre partículas e antipartículas, de estados quânticos mútuos, e desse modo, em relação à matéria a antimatéria manifesta átomos com núcleo de carga relativa negativa e elétrons de carga relativa positiva (pósitrons). Portanto, quando um pósitron da antimatéria se transmuta em matéria, ele é o próprio elétron, pois na transmutação as cargas se invertem. Desse modo, a partícula estabiliza a antipartícula e vice-versa.

Cada orbital ocupado por um elétron, na dimensão de um nível quântico específico, corresponde a um pósitron ocupante de um antiorbital, na antidimensão de um nível antiquântico análogo; sendo que ambos trocam de estado dimensional, por equilíbrio dinâmico, um fornecendo a estabilidade ao outro, pela atratividade de cargas opostas. E a estrutura atômica não se desorganiza com essas “permutas recíprocas” porque tais trocas se dão em velocidades que não comportam ondas eletromagnéticas associadas diretamente, mas sim indiretamente, através da plasmoradiosfera, ou seja, um plasma (dissociação eletronuclear) que forma uma “nuvem eletrônica” entre os átomos constituintes das dimensões opostas.

A plasmoradiosfera é transdimensional, isto é, trata-se de um apanhado esférico de partículas e antipartículas, em que esse globo espacial e temporal de energia, equivalente à massa, atravessa dimensão e antidimensão, simultaneamente, integrando assim, esses dois estados da interdimensão, a qual plenamente integrada constitui a mesodimensão, expressão que alude aos mésons, uma vez que estes são constituídos de pares entre partículas e antipartículas.

O princípio da equivalência, de Einstein, determina a correlação direta entre massa e energia, e desse modo, surgem os elementos químicos das equações astroatômicas, os quais correspondem a remédios homeopáticos, diretos ou derivados, que constam na Matéria Médica Homeopática (MMH) e que devem ter indicações tecnicamente corretas e eticamente adequadas.


1) EQUAÇÕES ASTROATÔMICAS ELEMENTARES (Interdimensionais):

Fórmula Geral:

S = P (carga elétrica) / (estado quântico)

Onde:

S = distâncias das órbitas planetárias em relação ao Sol.

P = constante de proporcionalidade astroatômica.

(carga elétrica) e (estado quântico) são variáveis de acordo com a análise ou síntese de camadas atômicas.


a) Equação Astroatômica Elementar Analítica:

A equação astroatômica analítica considera o átomo desmembrado em suas camadas, cada uma das quais tomada pela respectiva identidade eletroquântica, que é o número máximo de elétrons previsíveis em cada nível quântico, no que esse desdobramento admite a interdimensão do quinto, sexto e sétimo níveis quânticos, os quais desdobrados apresentam correspondência ao oitavo, nono e décimo estados energéticos, estes últimos caracterizados em níveis antiquânticos.

Adotadas em avulso as camadas do átomo neutro, o número atômico (conseqüente ao número de elétrons equivalente ao número de prótons) será a própria afinidade eletrônica de cada camada quântica (identidade eletroquântica) independente de suas antecessoras, sendo assim, uma avaliação indireta.

As camadas atômicas desdobradas, analiticamente, inviabilizam a distribuição em subníveis e orbitais, ficando a resultante de número quântico o próprio número quântico principal (n) e desse modo, debitando-se os estados magnéticos da grandeza de resultante do número quântico, tais estados energéticos serão creditados à grandeza espaço (S). Por esse motivo, os valores de "S" fornecidos pela equação astroatômica analítica, serão as distâncias das órbitas magnéticas dos planetas, ao redor do Sol.


a.1) Fórmula:

S = P (Ne-) / n

Onde:

S = distância das órbitas magnéticas dos planetas ao Sol.

P = constante astroatômica (P = 100 . c . s)

Ne- = número máximo de elétrons da camada atômica.

n = número quântico principal.


a.2) Níveis Quânticos:

Admite-se que à medida que o número quântico principal, "n", cresce, a diferença de energia entre um estado quântico e outro diminui, tendendo a um "continuum"; pois bem, tomando-se assim os três últimos níveis energéticos, a saber, o quinto, sexto e sétimo níveis quânticos (camadas O, P e Q) como um estado de energia “continuum”, tem-se que o número quântico principal será "n = 5” em que "Ne-" será dado pelo somatório do número de elétrons do conjunto dessas camadas do estado “continuum”.


a.3) Somatório Máximo de Elétrons (Identidade Eletrônica) por Saturação ou Supersaturação Quântica (Identidade Eletroquântica) do Estado “Continuum”:

* O somatório máximo instável (supersaturado) de elétrons do "continuum” será: 32 (elétrons da camada O) + 18 (elétrons da camada P) + 8 (elétrons da camada Q) = 58 elétrons (Ne- = 58).

* O somatório máximo menos instável (saturado) de elétrons do "continuum" será: 32 (elétrons da camada O) + 18 (elétrons da camada P) + 2 (elétrons da camada Q) = 52 elétrons (Ne- = 52).

Isto é, a energia sendo quântica não pode ser contínua, portanto, a tendência a esse estado quântico de "continuum" (essa tendência se aceita na Física moderna) só pode ser admitida se for definido o quantum da camada atômica que assimila essa tendência ao “continuum”, ou seja, o nível quântico dessa tendência, no caso, n = 5 e Ne- = 58 (supersaturado) ou Ne- = 52 (saturado) => Z = 58 (cério) ou Z = 52 (telúrio). O que concerne ao elemento cério, que é o resíduo mais pesado nas reações de fissão nuclear do urânio (Z = 92) ou ao telúrio, nem tão pesado.


a.4) Aplicação Matemática: P = 30 x 100³ km.

S1 = P (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância da órbita magnética do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 2 (hélio).

S2 = P (8) / 2 = 120 x 100³ km (distância da órbita magnética do planeta Vênus, em relação ao Sol) => Z = 8 (oxigênio).

S3 = P (18) / 3 = 180 x 100³ km (distância da órbita magnética do planeta Terra, em relação ao Sol) => Z = 18 (argônio).

S4 = P (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância da órbita magnética do planeta Marte em, relação ao Sol) => Z = 32 (germânio).

S5 = P (58) / 5 = 348 x 100³ km (distância máxima da órbita magnética do cinturão de asteróides, em relação ao Sol) => Z = 58 (elemento cério, que consta na MMH como Cerium oxalicum):

Cerium oxalicum (remédio homeopático de tosse coqueluchóide com vômitos espasmódicos e hemorragia. Vômitos e diarréia das crianças. Emese da gravidez e por cinetose do mar. Dismenorréia que alivia com o fluxo menstrual. Constituição carbônica. Indução endoblástica. Sicose. Artritismo).

S5 = P (52) / 5 = 312 x 100³ km (distância média da órbita magnética do cinturão de asteróides, em relação ao Sol) => Z = 52 (elemento químico telúrio, denominado Tellurium na MMH):

Tellurium (é como se fosse o “colírio homeopático”, mesmo com o uso interno, dinamizado, por sua ação nas afecções dos olhos – conjuntivite purulenta, blefarite e pterígio, e dos ouvidos – otorréia. Constituição carbônica. Indução mesenquimal. Sicose).

OBSERVAÇÃO: O valor previsível do número máximo de elétrons pela fórmula equacional de Rydberg (Ne- = 2n²) para a quinta camada atômica é de 50 elétrons, assim, a identidade eletroquântica básica, do quinto nível energético, é Ne- = 50, o que também se aplica na equação astroatômica analítica:

S5 = P (50) / 5 = 300 x 100³ km (distância mínima da órbita magnética do cinturão de asteróides, em relação ao Sol) => Z = 50 (o metal estanho é chamado de Stannum, na Matéria Médica):

Stannum metallicum (remédio homeopático heróico nos quadros de tuberculose ou infecções respiratórias crônicas, bronquite, DPOC, bonquiectasia e diversas outras afecções respiratórias. Constituição fosfórica. Indução mesoblástica. Tuberculinismo).


b) Equação Astroatômica Elementar Sintética:

Na equação astroatômica sintética, cada nível quântico é observado diretamente em função do número atômico, que é o que identifica um elemento químico, de modo que o número de elétrons e prótons seja cumulativo entre uma camada e outra.


b.1) Fórmula:

S = P ( Z ) / Rn

Onde:

S = distância das órbitas gravitacionais dos planetas ao redor do Sol.

P = constante da proporcionalidade astroatômica (ou simplesmente constante astroatômica) = 100 . c . s (cem vezes a velocidade da luz, no vácuo, multiplicada por segundo => P = 30 x 100³ km / s / s-¹).

Z = número atômico a cada nível quântico.

Rn = resultante de número quântico do elétron mais energético de cada camada atômica (é o somatório de número quântico principal, "n", número quântico secundário, “L = n - 1", e número quântico spin, “spin = -0,5 ou +0,5”; sendo que, quando um orbital está completo, um spin anula o outro, mas em um orbital com apenas um elétron, o número quântico spin deve ser incluído à resultante).


b.2) Níveis Quânticos:

Sejam, então, as camadas atômicas e o número máximo de elétrons (e conseqüentemente de prótons, o que leva ao número atômico "Z") na distribuição de energia, pelo diagrama de Pauling (e de Venturelli) para o elétron mais energético:

* 1ª (Camada K): 2 elétrons, Z = 2 (hélio) e Rn = 1,0.

Z = 2 => Rn = n {n = 1} + L {L = 0} + spin {spin = 0} => Rn = 1,0.

* 2ª (Camada L): 8 elétrons (mais dois elétrons da camada anterior), Z = 10 (neônio) e Rn = 3,0.

Z = 10 => Rn = n {n = 2} + L {L = 2 - 1 = 1} + spin {spin = 0} => Rn = 3,0.

* 3ª (Camada M): 18 elétrons (mais 10 elétrons das camadas anteriores), Z = 28 (níquel) e Rn = 5,5.

Z = 28 => Rn = n {n = 3} + L {L = 3 - 1 = 2} + spin {spin = +0,5} => Rn = 5,5.

* 4ª (Camada N): 32 elétrons (mais 28 elétrons das camadas anteriores), Z = 60 (neodímio) e Rn = 7,5.

Z = 60 => Rn = n {n = 4} + L {L = 4 - 1 = 3} + spin {spin = +0,5} => Rn = 7,5.

* 5ª Camada O: 32 elétrons (mais 60 elétrons das camadas anteriores), Z = 92 (urânio, o elemento de maior número atômico encontrado na Natureza) e Rn = 8,5.

Z = 92 => Rn = n {n = 5} + L {L = 5 - 1 = 4} + spin {spin = -0,5} => Rn = 8,5 (neste caso, o número quântico secundário, “L”, declinaria pelo diagrama de Pauling, mas isso pode ser corrigido pelo sinal do “spin”, que equivale ao vetor magnético astroatômico e caracteriza o diagrama de Venturelli).

* Após cinco camadas atômicas a equação astroatômica se aplica às emanações corpusculares do urânio, concernentes das séries radioativas naturais, assim como as aplicações analíticas concernem aos resíduos da fissão nuclear deste elemento químico de símbolo “U” (Z = 92 => U).


b.3) Aplicação Matemática: P = 30 x 100³ km.

S1 = P (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (proporcionalidade do hélio à distância da órbita gravitacional do planeta Mercúrio ao Sol).

S2 = P (10) / 3,0 = 100 x 100³ km (proporcionalidade do neônio à distância da órbita gravitacional do planeta Vênus ao Sol).

S3 = P (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (proporcionalidade do níquel à distância da órbita gravitacional do planeta Terra ao Sol, sendo que o centro da gravidade do nosso planeta, o núcleo terrestre, é composto por níquel, Z = 28, chamado Niccolum na MMH):

Niccolum metallicum (remédio homeopático de enxaquecas nervosas e periódicas, notadamente com crepitação das vértebras, além de obstrução nasal, rouquidão, tosse, faringite, gastralgia e diarréia pelo leite. Constituição fluórica. Indução cordoblástica. Syphilis).

S4 = P (60) / 7,5 = 240 x 100³ km (proporcionalidade do neodímio à distância da órbita gravitacional do planeta Marte ao Sol).

S5 = P (92) / 8,5 = 324 x 100³ km (proporcionalidade do urânio à média orbitária gravitacional do cinturão de asteróides ao Sol):

Uranium metallicum ou Uranium nitricum (diabete mélito, notadamente tipo II, nefrite com hidropisia, hipertensão arterial sistêmica e doença péptica. Constituição sulfúrica. Indução ectoblástica. Psora). Após cinco camadas a correspondência está nas emanações corpusculares do urânio (Ra, rádio, Z = 88) até a estabilização atômica (Pb, chumbo, Z = 82):

Plumbum metallicum (chumbo) é o remédio da Homeopatia associado à diabete mélito tipo I e Radium bromatum (rádio) está indicado em doenças de pele e afecções cancerosas.


2) EQUAÇÕES ASTROATÔMICAS BARIÔNICAS (Mesodimensionais):

Equações bariônicas tratam da proporcionalidade astroatômica que leva em conta o número de bárions, os quais definem a massa atômica, na aplicação das equações astroatômicas.

Número de massa atômica (A) é um número inteiro que expressa o somatório do número de nêutrons (N) com o número atômico (Z) enquanto que a massa atômica de um elemento químico é a média aritmética ponderada dos números de massa de todos os seus isótopos, podendo ser um número fracionado. Porém, para os efeitos desta equação, os valores de massa atômica podem ser expressos pelo número de massa, e vice-versa, uma vez que se trata da consolidação energética em equilíbrio dinâmico. Assim, o valor de “A” pode ser expresso também por um número racional, lembrando que os números bariônicos dos quarks também são fracionários.

A permuta interdimensional significa a troca de partículas entre duas dimensões opostas, sendo a reciprocidade o consolidado de massa e a distribuição de cargas em cada estado dimensional, com seus estados quânticos recíprocos e a estabilidade eletrostática mútua. Desse modo, para cada partícula antimaterial carregada há o contrapeso material, e igualmente, para cada partícula material carregada há o contrapeso antimaterial. Por isso, os nêutrons representam o “lastro de estabilidade” ponderal dos antiátomos.

OBSERVAÇÃO: Nas equações astroatômicas, em geral, o termo “consolidação” se refere à configuração de massa, enquanto que o termo “distribuição” se refere à configuração de cargas elétricas.

Os átomos são as unidades fundamentais da matéria submicroscópica assim como os sistemas planetários são as unidades fundamentais da matéria macroscópica. Com isso, as células, por serem as unidades básicas da matéria viva, microscópica, participam da proporcionalidade astroatômica e do mesmo que as células são constituídas por organelas, os átomos são constituídos por partículas subatômicas (ou subpartículas atômicas) as quais podem ser partículas elementares (bárions e léptons) ou partículas fundamentais (quarks).

Arranjos denominados mésons são composições formadas por pares de quark com antiquark, ou seja, por combinações entre uma partícula fundamental e uma antipartícula fundamental, podendo-se desse modo, estabelecer a analogia citológica aos átomos, mas especialmente aos mésons atômicos, dada a complexidade das estruturas e funções biológicas.

A consolidação interdimensional (astroatômica) que é a determinante do princípio de lastro da estabilidade (dos elementos químicos) permite a elaboração de equações astroatômicas bariônicas, com os números quânticos recíprocos, sendo a reciprocidade cabível no balanço mesodimensional (citológico).

Nesse sentido, o número de massa atômica (A) de um isótopo pode ser chamado de “massa genérica”. Logo, a massa atômica do respectivo elemento químico pode ser chamada de “peso atômico” (avaliar a aceleração da gravidade) ou de “massa ponderal”, enquanto que o número atômico (Z) pode ser denominado “massa funcional” pela contrapartida aos elétrons.

Já o somatório das massas atômicas em uma molécula, ou na fórmula de um cristal iônico, vem a ser a massa molecular (M) dessa entidade química, sendo a massa molecular ponderal, ou peso molecular, porém, havendo ainda, a massa molecular funcional, quando se tratar do somatório apenas do número de prótons, o que define o chamado número atômico (e neste caso ser, de certa forma, a “massa atômica” da molécula).

Portanto, como os átomos se combinam por elétrons, os quais apresentam contrapartida ideal aos prótons, assim, essa massa molecular funcional pode ser anotada como a massa atômica ideal (A*) implantada na molécula, ou massa molecular ideal (M*) e, por extensão, na avaliação ponderal de um átomo, pode-se eventualmente considerar a aplicação dessa massa elementar idealizada para as ligações químicas, qual seja, a massa ideal (A*) cujo valor é o dobro do número atômico (Z).

Proporcionalidade citoastroatômica é aquela que se verifica entre o sistema citológico estaminal e o sistema astroatômico, porém, mais especificamente, é a proporcionalidade que se consolida pelas equações astroatômicas bariônicas, pois os números quânticos recíprocos implantam energia da interdimensão (astroatômica) para a mesodimensão (citológica).

Célula-tronco é o tipo de célula indiferenciada que pode se diferenciar e formar os diversos tecidos do organismo, tendo também a capacidade de auto-replicação, isto é, da geração de cópias idênticas à célula original. Tais células estaminais podem ser totipotentes, pluripotentes ou multipotentes, oligopotentes e unipotentes. Essas unidades totipotentes ocorrem no desenvolvimento do embrião até 32 células, que é o valor correspondente à mórula. A partir de 32 células há o blastocisto, em que as células-tronco são unidades pluripotentes e estão na massa celular interna, a qual recebe o nome de embrioblasto e pode ser considerado o núcleo do embrião.


2.1) Células Estaminais Totipotentes (capazes de se transformarem em qualquer tipo de célula específica):

São encontradas no embrião na fase de “mórula”, quer dizer, quando o mesmo apresenta até 32 células, o que ocorre após o 3º dia de gestação.

OBSERVAÇÃO: Os dados sobre o número de células-tronco, por fase de desenvolvimento embrionário, foram extraídos a partir do texto de Mayana Zatz no Jornal do Cremerj nº 165. – Rio de Janeiro, Ediouro, 2004. Página 14 (o Jornal do Cremerj é uma publicação do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro – Cremerj ou CRM-RJ). A referida cientista não faz menção à proporcionalidade astroatômica ou citoastroatômica, assim, esta referência bibliográfica é exclusivamente sobre o número de células estaminais por fase ontogenética.

O 3º dia ontogênico equivale à 3ª camada astroatômica, o que pela equação sintética corresponde a 28 elétrons, enquanto que o 4º dia ontogênico equivale à 4ª camada astroatômica, o que pela equação analítica corresponde a 32 elétrons.


2.2) Células-tronco Pluripotentes ou Multipotentes (são parcialmente indiferenciadas e só não são capazes de se diferenciar em placenta e anexos embrionários):

São encontradas no blastocisto, quer dizer, na fase embrionária a partir de 32 células, o que ocorre após o 4º dia de gestação (Zatz, Mayana. – Jornal do Cremerj nº 165. Rio de Janeiro, Ediouro, 2004. Página 14).

O 5º dia de gestação equivale à 5ª camada astroatômica, o que pela equação analítica corresponde a valores a partir de 32 elétrons.


2.3) Células Estaminais Oligopotentes (podem se diferenciar em alguns poucos tecidos específicos):

São típicas de órgãos com grande poder de regeneração, a exemplo do fígado e da medula óssea na hematopoiese.


2.4) Células Estaminais Unipotentes (apenas podem se diferenciar no tecido específico a que se referem):

São células-tronco em tecidos de órgãos com pouca capacidade auto-regenerativa, sendo especial o caso das gônadas, em que a renovação tem caráter avançado, pois a espermatogônia e ovogônia também são células estaminais, assim, a produção de espermatozóides e ovócitos (espermatogênese e oogênese) que começa no embrião, prossegue durante a vida adulta.


2.5) Números Mágicos:

“... Uma comparação mais cuidadosa das estabilidades levou a conclusão que: ‘são muito estáveis os núcleos que possuem números de prótons e / ou nêutrons iguais a 2, 8, 20, 50, 82 e 126’. Esses números passaram a ser chamados de NÚMEROS MÁGICOS...” (Feltre e Yoshinaga, 1980).

OBSERVAÇÃO: A relação completa dos números mágicos nucleares é: 2, 8, 20, 28, 50, 82 e 126 (Sears, Zemansky, Young e Freedman. – Física IV. SP, Pearson Education do Brasil, 2009).

“... Nesta altura os cientistas Mayer e Jensen fizeram a seguinte analogia: Nas camadas atômicas, existem ‘números mágicos’ de elétrons; são os números 2, 10, 18, 36, 54 e 86, que completam as camadas eletrônicas dos gases nobres, conhecidos por suas estabilidades químicas. Se nos núcleos atômicos também aparecem ‘números mágicos’, é porque o núcleo também apresenta uma ‘estrutura em camadas’...” (Feltre, R. Yoshinaga, S. – Química 2º Grau. São Paulo, Editora Moderna, 1980 2v).

Percebe-se que há uma correlação funcional importante entre o número de prótons e o número de nêutrons, a ponto de justificar uma analogia de ambos, ao número de elétrons nas camadas atômicas, assim, o número de bárions (prótons e nêutrons) está conexo (em estrutura) à função dos átomos. Além disso, a contagem do número de elétrons nas camadas (Ne-), dos números mágicos e do número de células-tronco (CT) embrionárias nos níveis temporais, tal contagem mostra que há a correspondência entre esses valores, que é descrita a seguir...


a) Números de Elétrons nas Camadas Atômicas:

* 1ª Camada: 2 = número mágico nuclear.

* 2ª Camada: 8 = número mágico nuclear.

* 3ª Camada (sintética): 28 = número mágico nuclear.

* 4ª Camada: 32 (o número mágico é 36).

* 5ª Camada (analítica): 50 = número mágico nuclear.


b) Números de Células-tronco Embrionárias:

* 1º Dia (Zigoto): 2 = número mágico nuclear.

* 2º Dia (Blastômeros): 8 = número mágico nuclear.

* 3º Dia (Mórula): 28 = número mágico nuclear.

* 4º Dia (Blastocisto): 50 = número mágico nuclear.

* 5º Dia (Trofoblasto): 82 = número mágico nuclear.


2.6) Consolidado das Células-tronco:

Pela descrição de Mayana Zatz, a mórula ocorre no 3º dia ontogênico, em que o embrião tem menos de 32 células; enquanto que o blastocisto ocorre após o 4º dia, a partir de 32 células. Contudo, o blastocisto evolui até 140 células, em relação à massa celular interna de 32 células, sendo que este embrioblasto é multipotente e as demais células constituem o trofoblasto e são células-tronco embrionárias oligopotentes.

Assim, todas as unidades da mórula são células-tronco totipotentes, entretanto, no caso do blastocisto, apenas as unidades da massa celular interna (embrioblasto) são células estaminais pluripotentes. Portanto, o consolidado citológico embrionário, por nível temporal, será aquele descrito acima, por cada dia, o qual satisfaz aos números mágicos nucleares.

Os chamados números mágicos são importantes porque definem a estrutura nuclear em camadas de massa (no caso da contagem de bárions), determinam a estabilidade dos gases nobres (no caso da contagem de elétrons) e estabelecem a correspondência da estrutura em camadas das células-tronco embrionárias.


2.7) Termo Geral das Equações Astroatômicas Bariônicas:

O número de células-tronco embrionárias, por dia de desenvolvimento do concepto, equivale ao número de bárions nucleares (núcleons) por camada de massa atômica. Esse número de células estaminais embrionárias, equivalente ao número de massa atômica (consolidado de células-tronco) é proporcional à distribuição eletrônica em níveis quânticos astroatômicos, definindo a proporcionalidade citoastroatômica.

Assim, os elementos químicos surgidos dessas equações podem ser chamados de elementos citoastroatômicos.

É interessante observar que o tamanho dos átomos varia entre 1 a 100 angstrons (1 angstron = 10 -¹º metros) enquanto o tamanho das células varia entre 1 a 100 micrômetros.


a) Equação Astroatômica Bariônica Analítica:

Fórmula:

S = P (A) / n

Onde:

S = distâncias magnéticas das órbitas planetárias ao Sol; P = 100c . s = 30 x 100³ km; A = massa atômica; n = número quântico principal.


a.1) Água (Hidrogênio Deutério, Z = 1; A = 2): S1 = P (A) / 1 = 60 x 100³ km (órbita magnética de Mercúrio) => A = 2 (hidrogênio encontrado na “água pesada”, o deutério, que corresponde ao número de massa ideal do elemento).

Apesar do tritério também ser encontrado na chamada “água pesada”, o deutério é muito mais estável e abundante na Natureza (em relação ao tritério). A água é constituinte estrutural e funcional de todas as preparações homeopáticas.


a.2) Lítio (Z = 3; A = 7): S2 = P (A) / 2 = 120 x 100³ km (órbita magnética de Vênus) => A = 8.

Não há nenhum elemento na Natureza cujo número de massa seja igual a oito. Mas há com o número de massa igual a sete (A = 7, lítio) e com o número de massa igual a nove (A = 9, berílio). Entre estes dois elementos químicos citados, o lítio está mais bem consolidado na MMH (Matéria Médica Homeopática) incluído como carbonato de lítio, denominado de Lithium carbonicum (reumatismo, especialmente de pequenas articulações, complicado com perturbações cardíacas dolorosas) e dentre os isótopos radioativos do lítio, o mais estável é o Li-8.


a.3) Água (M = 18) e Oxigênio (Z = 8; A = 16): S3 = P (A) / 3 = 180 x 100³ km (órbita magnética da Terra) => A = 18 (água). H2O, M = 18 u.m.a.

Conquanto que o número de massa atômica do oxigênio seja aproximadamente igual a 16, há pequeno percentual de O-18 na Natureza.

O oxigênio toma parte de diversos medicamentos homeopáticos, a exemplo dos radicais sulfúrico (sulphuricum), carbônico (carbonicum) e fosfórico (phosphoricum). Sendo interessante observar também, que o tipo oxigenóide é, originariamente, ligado ao radical fluórico (fluoricum).

Mas a principal “função homeopática” do oxigênio é ser componente da água, na proporção de um átomo de oxigênio (A = 16) com dois átomos de hidrogênio (A = 1 + 1 = 2) => A = 16 + 2 = 18 (A = 18 => água). A massa molecular da água é igual a 18 unidades de massa atômica (H2O, M = 18 u.m.a.).

A água é constituinte estrutural e funcional de todas as preparações homeopáticas.


a.4) Enxofre (Z = 16; A = 32): S4 = P (A) / 4 = 240 x 100³ km (órbita gravitacional e magnética de Marte) => A = 32 (enxofre).

O enxofre consta da MMH (Matéria Médica Homeopática) com seu nome em Latim, Sulphur, sendo um dos principais medicamentos da Homeopatia (é o protótipo da Psora, a diátese mórbida primária).


a.5) Cromo ou Crômio (Z = 24; A = 52): S5 = P (A) / 5 = 300 x 100³ km (órbita magnética mínima do cinturão de asteróides ou periélio magnético dos asteróides do cinturão principal) => A = 50.

Nenhum elemento químico da Natureza apresenta número de massa igual a cinqüenta. Entretanto, há ocorrências de isótopos 50 e 52 do cromo (além do isótopo 54) satisfazendo, portanto, a aplicação analítica e contínua da equação astroatômica bariônica.

O número de massa atômica do cromo é igual a cinqüenta e dois (A = 52) e todos os seus isótopos estáveis são significativos, visto que o isótopo 54 corresponde a um número mágico eletrosférico, enquanto que todos os demais são aplicáveis a esta modalidade da equação astroatômica (analítica bariônica).

O cromo se apresenta na Matéria Médica Homeopática (MMH) principalmente na forma de ácido crômico, chamado de Chromicum acidum (afecções nasais diversas, tais como ozena e neoplasias).


b) Equação Astroatômica Bariônica Sintética:

Fórmula:

S = P (A) / Rn

Onde:

S = distâncias gravitacionais das órbitas planetárias ao Sol; P = 30 x 100³ km; A = massa atômica; Rn = resultante de número quântico.


b.1) Água (Hidrogênio Deutério, Z = 1; A = 2): S1 = P (A) / 1 = 60 x 100³ km (órbita gravitacional de Mercúrio) => A = 2 (o hidrogênio da “água pesada”, o deutério).

A água é componente estrutural e funcional de todas as preparações homeopáticas.


b.2) Boro (Z = 5; A = 10,8 => A ≈ 10): S2 = P (A) / 3 = 108 x 100³ km (órbita gravitacional exata de Vênus) => A = 10,8 (boro).

O boro se apresenta na MMH como borato de sódio, chamado de Borax veneta (estomatite aftosa e cinetose ao movimento de descida, seja pelo mar, pela descida do elevador ou de qualquer outro movimento descendente).

A massa atômica do boro é proporcional, em número de massa atômica, ao ângulo de hibridação da água, em graus geométricos, nas condições em que a estrutura molecular da água absorve campos magnéticos e flexiona suas pontes de hidrogênio, levando ao ângulo aproximado de 108º, como a seguir...

Conforme a Teoria Bioquântica Astro-Atômica (Paiva Venturelli, 1995) assim como a eletrosfera é formada por elétrons, do mesmo modo, a plasmoradiosfera é constituída por plasmoelétrons, os quais resultam, em pool, no valor de 168 cargas que compartilham uma mesma “esfera” com os “antiplasmoelétrons” (que são pósitrons plasmáticos, isto é, “plasmopósitrons”) o que afinal, provê um total de 336 cargas interdimensionais, as quais serão correspondidas por 336 unidades de massa atômica (336 u.m.a.).

Assim, cada unidade dessa esfera maciça é uma unidade de massa atômica, sendo que a massa esférica é promovida pelo estado transdimensional, ou seja, é originada pela plasmoradiosfera, como um globo maciço, e enfim, cada uma dessas unidades de massa atômica global, guarda relação proporcional a um determinado arco de circunferência das órbitas planetárias ao redor do Sol, sendo tais órbitas elípticas e o globo maciço igualmente achatado, por não ter 360 unidades, mas sim “336 arcos em circunferência de massa” (336 u.m.a.) havendo, portanto, a correlação entre as unidades de massa atômica e os graus geométricos dos arcos de circunferência.

Além disso, quando se conserva a aplicação da equação sintética original, neste caso em S2, o número de massa resultante equivale ao isótopo 10 do boro (B-10) e esse valor corresponde ao número de massa ideal (A*) do boro e ao número de massa funcional (M*) da água.

Esses fenômenos são determinantes para as propriedades do boro, particularmente do medicamento Borax veneta, que assim, pode ser prescrito com base na Matéria Médica Homeopática (MMH), mas atentando-se para suas propriedades hidrogenóides.


b.3) Alumínio (Z = 13; A = 27) e Silício (Z = 14; A = 28): S3 = P (A) / 5,5 = 150 x 100³ km (órbita gravitacional exata da Terra) => A = 27,5.

Não há na Natureza um elemento químico que tenha o número de massa atômica igual a 27,5. Todavia, o meio termo deste valor se encontra entre o elemento químico alumínio (A = 27) e o elemento químico silício (A = 28):

Tanto no caso do alumínio (Alumina) quanto no caso do silício (Silicea) o emprego é indicado como remédios homeopáticos da falta de calor vital e das desordens nervosas crônicas. O medicamento homeopático composto pelos elementos alumínio e silício é a Alumina silicata (transtornos nervosos e modalidade geral que piora por comer e melhora pelo repouso deitado).


b.4) Ferro (Z = 26; A = 56 ou A = 54 a 60 => A ≈ 57): S4 = P (A) / 7,5 = 228 x 100³ km (órbita gravitacional exata de Marte) => A = 57.

O número de massa atômica do ferro é aproximadamente igual a cinqüenta e seis, mas há isótopos de ferro 57 e sem precedência importante de isóbaros na Natureza.

O ferro (A = 56) faz parte da MMH como Ferrum metallicum (remédio capital da anemia) e como fosfato de ferro, denominado Ferrum phosphoricum (doenças febris). Aparece também na MMH como Ferrum arsenicosum (patologias hematológicas), Ferrum iodatum (afecções glandulares) e Ferrum muriaticum (indicado em anemias hemolíticas).


b.5) Antimônio (Z = 51, A = 121,75): S5 = P (A) / 8,5 = 430 x 100³ km (órbita gravitacional de Ceres, o maior asteróide do cinturão principal, aqui entre seu afélio e sua órbita média, visto que a equação bariônica analítica já avaliou o periélio magnético dos asteróides) => A = 121,8 (antimônio).

O antimônio aparece na MMH principalmente como Antimonium tartaricum (remédio capital da doença pulmonar obstrutiva crônica), Antimonium crudum (remédio dos excessos alimentares ou obesidade) e Antimonium sulphuratum auratum (amaurose).


3) EQUAÇÕES ASTROATÔMICAS VITAIS:

Aplicações recíprocas das órbitas sintéticas nas equações analíticas, bem como das órbitas analíticas nas equações sintéticas, isso vem, enfim, a se configurar em aprimorada correspondência de órbitas eletromagnéticas, as quais podem ser definidas pelas respectivas trajetórias astroatômicas complementares.

Com essa recombinação astroatômica, analítica e sintética, os resultados expressam as configurações elementares e ponderais mais compatíveis com a descrição quântica complementar, proposta por Niels Bohr, tanto dos sistemas atômicos quanto dos planetários, todos de modo integrado, em sistemas e aparelhos astroatômicos ao longo dos cosmos.


3.1) Definições Astroatômicas:

Átomos são as unidades fundamentais (isótopos) e elementares (elementos químicos) da matéria bruta, assim como células são as unidades fundamentais e teciduais da matéria viva.

Por unidades fundamentais, as equações astroatômicas definem sistemas de complexidade estrutural e funcional circunscritas, interconexos de outros sistemas fundamentais, por dimensões variadas e em estados dimensionais distintos, formulando aparelhos complexos, tal qual isótopos são fundamentos de elementos químicos e células fundamentam tecidos vitais.

Grandeza, por definição clássica da Física, é o atributo de um fenômeno, corpo ou substância, que pode ser qualitativamente distinguido (além de quantitativamente determinado) enquanto que dimensão trata da expressão que representa uma grandeza. Em suma, grandeza vem a ser o atributo de um corpo, fenômeno ou substância, enquanto que dimensão vem a ser a representação da grandeza. Quatro são as grandezas universais no estudo astroatômico das ciências físicas, químicas e biológicas, quais sejam, massa, espaço, tempo e princípio vital. A energia, por sua vez, define a própria existência pela equivalência da massa no espaço-tempo.

A mesodimensão é uma tendência universal, uma reunião complexa do espaço e do tempo, de modo que o próprio estado interdimensional do espaço-tempo da relatividade seja relativo aos desvios de comportamento da matéria (de natureza espacial e elétrica) e da antimatéria (de natureza temporal e magnética).

A grandeza espacial tem natureza elétrica, caráter particular inerente e característica intrínseca ao estado dimensional, enquanto a grandeza temporal tem natureza magnética, caráter ondulatório inerente e característica extrínseca ao estado dimensional. Dimensão (ou estado dimensional) faz equilíbrio dinâmico com a antidimensão (ou estado antidimensional) caracterizando o estado de interdimensão da energia astroatômica (eletromagnética).

Já a interdimensão (interações entre matéria e antimatéria configurando sistemas e aparelhos astroatômicos) faz equilíbrio dinâmico com a mesodimensão (ou estado mesodimensional) o qual vem a ser a combinação de matéria e antimatéria em reciprocidade de um mesmo sistema ou aparelho, caracterizando a pluridimensionalidade da energia, o que propicia o fenômeno vital, e de tal modo, o equilíbrio dinâmico astroatômico compatibiliza a teoria da relatividade, de Albert Einstein, com a lei da conservação das massas, de Antoine Lavoisier, e a lei da gravitação Universal, de Isaac Newton, pelo princípio da equivalência correspondente (relativização da relatividade).

Campos elétricos têm propriedades atrativas e repulsivas intrínsecas, campos magnéticos têm propriedades atrativas e repulsivas extrínsecas, enquanto que a massa tem propriedades alternadas (no caso da massa elementar) ou combinadas (no caso da massa ponderal) tanto de atrações quanto de repulsões intrínsecas e extrínsecas. Massa elementar é uma porção de matéria ou de antimatéria, sendo bem expressa pelo número de massa ideal (A* = 2P) e em contrapartida, a massa ponderal consiste em graus variados de ambas as dimensões (matéria e antimatéria) sendo mais bem expressa pelo número de massa total (A = P + N). Já os corpos são porções delimitadas de massa e, com isso, corpos e corpúsculos podem ter graus energéticos variados da dimensão e da antidimensão.

A natureza elétrica tem caráter espacial e comportamento corpuscular prevalecentes, mas suas características dimensionais podem acomodar desvios temporais ao comportamento espacial e desvios magnéticos ao caráter particular, ou seja, o estado dimensional (espacial inerente e particular intrínseco) pode tolerar certo grau de deslocamento antidimensional, e vice-versa.

A natureza magnética tem comportamento temporal e caráter oscilatório prevalecentes, mas suas características antidimensionais podem ajustar deslocamentos espaciais no caráter temporal e deslocamentos elétricos no comportamento ondulatório, ou seja, o estado antidimensional (temporal e magnético intrínseco) pode admitir certo grau de desvio dimensional, e vice-versa.

Na equação astroatômica o emprego dos vocábulos “caráter” ou “comportamento” descreve as qualidades corpusculares e oscilatórias, além das propriedades espaciais e temporais; enquanto que o vocábulo “característica” define o cabimento gradativo desses caracteres espaço-temporais, frente à incidência dos estados dimensional e antidimensional, os quais opostos são complementares.

Quer dizer, a condição natural do fenômeno elétrico (natureza elétrica da massa) tem um comportamento corpuscular próprio, mas esse caráter particular pode acomodar graus magnéticos variáveis, a partir do sistema de partículas-onda, o que é característico do equilíbrio dinâmico.

Do mesmo modo, a natureza magnética da massa (condição natural do fenômeno magnético) tem um caráter ondulatório próprio, mas esse comportamento oscilatório pode acomodar graus elétricos varáveis, do sistema de partículas-onda original, que é característico do equilíbrio dinâmico.

E isso acima conforme o princípio da complementaridade, acoplado ao princípio da correspondência, ambos de Niels Bohr, e que aludem à descrição complementar do princípio da equivalência de Albert Einstein.

As partes ou pedaços da dimensão (partículas) são corpos ou corpúsculos intrínsecos de oscilações extrínsecas, enquanto que as partes ou pedaços da antidimensão (antipartículas) são oscilações intrínsecas de corpos ou corpúsculos extrínsecos. É por isso que os laboratórios de aceleração de partículas identificam sistematicamente a antimatéria com características dimensionais, na verdade, trata-se da identificação dos desvios dimensionais (elétricos e espaciais) das antipartículas, pois estas são partículas extrínsecas e ondas intrínsecas.

Plasmoradiosfera é a condição em que pósitrons e elétrons são ocupantes simultâneos de uma mesma eletrosfera, o que se explica pelo princípio da incerteza (de Heisenberg) frente às velocidades extremas das permutas de partículas, cargas e massas, de uma dimensão para outra.

Essa condição de ocupação simultânea, em dois estados dimensionais, contrafaz no Universo aquilo apontado, por convenção atual, como sendo a “matéria escura”, que produz a chamada “energia escura”, mas cujas propriedades foram detalhadamente descritas por este autor (Paiva Venturelli) na Teoria Bioquântica Astro-Atômica, de 1995, no Hospital Naval de Ladário (MS) da Marinha do Brasil, quando então, foi registrado o elemento químico de número atômico 112 (Z = 112) com o nome de brasílio (ou Brasilium, em Latim) em homenagem ao Brasil.

As propriedades do elemento químico brasílio (Bs, Z = 112) determinam a plasmoradiosfera e a equivalência das massas atômicas com os arcos das órbitas planetárias, além de terem a capacidade de explicar diversas outras bases matemáticas, físicas, químicas e biológicas do estudo astroatômico, pois na plasmoradiosfera a matéria se encontra em trajetória de transição para a antimatéria, enquanto que a antimatéria se encontra em trajetória de transição para a matéria.

Matéria suscita ação e antimatéria implica na respectiva reação. Se a ação particular é uma, a ação antiparticular é outra (é reativa) definindo eventos contrários, isto é, inversos entre si. A antimatéria apresenta comportamento oposto à matéria, enquanto as partículas determinam uma ação predominante no organismo, as antipartículas determinam as respectivas reações predominantes no organismo.


3.2) Configuração Vital:

O emprego astroatômico elementar e bariônico (combinado) das órbitas gravitacionais (elétricas) nas equações analíticas, em recombinação por aplicações das órbitas magnéticas, nas equações sintéticas, fornece a correspondência de órbitas eletromagnéticas astroatômicas integradas pelo princípio da complementaridade. Assim, as órbitas gravitacionais, que são de caráter elétrico e sintético, são aplicadas nas equações analíticas, do mesmo modo que as órbitas magnéticas, que são de caráter magnético e analítico, são aplicadas nas equações sintéticas.

Os elementos químicos mais importantes, aqueles decisivos para o surgimento e a manutenção do fenômeno vital, quais sejam, hidrogênio, oxigênio, carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre, além do iodo, magnésio e ferro, são todos expressos pelas equações astroatômicas, em suas aplicações transdimensionais ou integrais, quer dizer, eletromagnéticas, as quais assim podem ser chamadas de equações astroatômicas vitais.

Esses elementos químicos vitais apresentam, em geral, o número de massa ideal (A* = Ne- x 2) igual ou próximo ao número de massa total (A = P + N) e são freqüentes na Matéria Médica Homeopática (MMH) notadamente nos radicais constitucionais, tais como, carbônico (carbonicum), fosfórico (phosphoricum), sulfúrico (sulphuricum), nítrico (nitricum), iodato (iodatum) e etc.


a) Equação Astroatômica Transdimensional Sintética:

S1 = P (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (órbita analítica ou magnética de Mercúrio, ao Sol, em aplicação sintética ou gravitacional) => Z = 2
(hélio) e A = 2 (deutério – isótopo meio pesado de hidrogênio).

S2 = P (12) / 3,0 = 120 x 100³ km (órbita magnética ou analítica de Vênus, ao Sol, em aplicação sintética ou gravitacional) => Z = 12 (magnésio) e A = 12 (carbono): O que Isso se confirma pelo fato do planeta Vênus ser recoberto por gás carbônico.

S3 = P (33) / 5,5 = 180 x 100³ km (órbita magnética ou analítica do planeta Terra, ao Sol, por aplicação sintética ou gravitacional) => Z = 33 (arsênio) e A = 33 (enxofre).

S4 = P (56) / 7,5 = 225 x 100³ km (órbita eletromagnética de Marte, ao Sol, por aplicação sintética ou gravitacional) => Z ≈ 56 (bário) e A ≈ 56 (ferro): Isso é confirmado pelo solo de Marte ser revestido por ferro.

S5 = P (88) / 8,5 = 310 x 100³ km (órbita magnética ou analítica da zona de asteróides, ao Sol, por aplicação sintética ou gravitacional) => Z = 88 (rádio) e A = 88 (estrôncio): Isso se confirma pela desintegração do urânio, conforme a correção pelo tório, em uma das séries radioativas naturais, como a seguir...

S5 = P (90) / 8,5 = 318 x 100³ km (órbita analítica ou magnética da zona de asteróides, ao Sol, por aplicação sintética ou gravitacional, unificando esta, em órbita eletromagnética de ajuste dessa zona de asteróides) => Z = 90 (tório) e A = 90 (zircônio).


b) Equação Astroatômica Transdimensional Analítica:

S1 = P (2) / 1 = 60 x 100³ km (órbita sintética ou gravitacional de Mercúrio, em relação ao Sol, por aplicação analítica ou magnética) => Z = 2 (hélio) e A = 2 (deutério – isótopo meio pesado do elemento químico hidrogênio).

S2 = P (7) / 2 = 105 x 100³ km (órbita sintética ou gravitacional de Vênus, em relação ao Sol, por aplicação analítica ou magnética) => Z = 7 (nitrogênio) e A = 7 (lítio).

S3 = P (15) / 3 = 150 x 100³ km (órbita sintética ou gravitacional do planeta Terra, em relação ao Sol, por aplicação analítica ou magnética) => Z = 15 (fósforo) e A ≈ 15 (nitrogênio e oxigênio): Isso se confirma por ser o planeta Terra favorecido pelo oxigênio e ter a sua atmosfera repleta de nitrogênio.

S4 = P (30) / 4 = 225 x 100³ km (órbita sintética ou gravitacional de Marte, em relação ao Sol, por aplicação magnética ou analítica) => Z = 30 (zinco) e A ≈ 30 (fósforo).

S5 = P (53) / 5 = 318 x 100³ km (órbita eletromagnética unificada da zona de asteróides infracósmicos, ao Sol, por aplicação analítica) => Z = 53 (iodo) e A = 53 (cromo e manganês).

S5 = P (112) / 5 = 672 x 100³ km (órbita gravitacional ou sintética dos asteróides ultracósmicos, ao Sol, a qual trajetória pode oscilar entre 648 x 100³ km e 672 x 100³ km) sendo esse circuito gravitacional expresso aqui, neste caso, em aplicação analítica resultando em um valor médio de massa funcional (Z) ou ponderal (A) entre 112 e 108 => Z ≈ 112 (brasílio) ou A ≈ 108 (prata).

A partir dessas grandezas e dimensões analíticas, pode-se analisar o sistema astroatômico por uma esfera infracósmica (com desvio ultravioleta) e uma esfera ultracósmica (com desvio infravermelho).

Assim, em S5 ultracósmico, pela equação astroatômica analítica vital, tem-se que Z = 112 (Bs, brasílio) e A = 108 (Ag, prata) o que vem a ser especialmente válido, no estudo astroatômico, uma vez que na plasmoradiosfera há a equivalência entre graus de circunferência e unidades de massa atômica em esfera consolidada, ou seja, 360º = 336 u.m.a. => 1,07º = 1,0 u.m.a.


c) Correspondência Plasmoradiosférica:

S5 = 672 x 100³ km / 2 = 336 x 100³ km => 336 x 100³ u.m.a.


4) CÁLCULO ASTROATÔMICO:

É o estudo matemático dos quocientes de variações das grandezas astroatômicas, em suas derivadas analíticas e sintéticas, a partir do limite astroatômico entre o tempo e o espaço, tendo como integral ponderal a massa (na equivalência eletromagnética da energia) e sendo o apeiron (princípio vital) a integral universal.

Quando o quociente astroatômico, analítico ou sintético, é igual à constante de equilíbrio dinâmico, a energia é expressa em “aquarius” (aq) que é a unidade de energia astroatômica (Paiva Venturelli, 1995). Com isso, quantum é o fundamento de variação eletrosférica assim como quark é o fundamento de variação nuclear.

Desse modo, conforme o cálculo diferencial astroatômico, há um equilíbrio metadimensional entre o apeiron e a massa. Conquanto que equilíbrio metadimensional (ou apenas metadimensão) venha a ser o equilíbrio dinâmico que se verifica entre a interdimensão (astroatômica) e a mesodimensão (bioquântica) o qual determina e explica as proporcionalidades astroatômica (interdimensional) e citoastroatômica (mesodimensional).

OBSERVAÇÃO: No estudo astroatômico o termo “aparelho” se refere a uma entidade mais complexa que sistema, quer dizer, o vocábulo “sistema” expressa unidades fundamentais, e por conseguinte mais básicas, enquanto que a palavra “aparelho” define unidades elementares, as quais são mais universais, por darem a idéia de elemento químico, o qual por definição, é mais abrangente que um isótopo, este sim, fundamental.

Os átomos se organizam em conformidade aos aparelhos estelares onde se encontram, assim como os aparelhos estelares se organizam em conformidade aos átomos que apresentam, de tal modo que cada planetário seja um sistema astroatômico fundamental, enquanto a respectiva galáxia seja o aparelho (sistema complexo) astroatômico elementar.


4.1) Classificação Astroatômica Universal (CAU):

O universo pode ser integralmente classificado assim...


a) Inexistencial: Nada (absoluto).

É a condição adimensional e atemporal da ausência ponderal da existência.


b) Existencial: Tudo (relativo).


b.1) Eletrógiro Dextrógiro: Regra da mão direita (eletromagnetismo a partir do campo magnético induzido por corrente elétrica).


b.2) Neutrógiro Levógiro: Regra da mão esquerda (hélice cilíndrica a partir de carga elétrica lançada obliquamente em um campo magnético).


b.3) Mesógiro Bismutógiro: Regra das mãos dadas.

Neste caso pode ser biógiro ou necrógiro (cada um, de ambos, podendo ser bioquântico ou antibioquântico) e ainda pode ser apeironiógiro.


4.2) Classificação Astroatômica Universal Essencial (CAUE):

O universo pode ser essencialmente classificado como a seguir...


a) Essência Vital (Apeiron): Tudo em torno (a) de nada.

Essa totalidade em função do nada vem a ser a integral universal do cálculo astroatômico.


b) Essência Universal (TAO): Nada em torno (a) de tudo.

Esse “nada absoluto” em função de tudo vem a ser a integral essencial astroatômica.

Assim, esse “Tao” também pode ser tratado matematicamente, em especial pelo cálculo astroatômico, como uma hiperesfera que comporta todas as esferas de massa e da essência vital.

Portanto, tudo é dinâmico porque nada é estático, de tal modo que a função estática seja total enquanto a função dinâmica nada, nada como um peixe no aquário, ou melhor, tal qual um cardume no oceano, pois se o ensinamento de Buda diz que o sabor do oceano é apenas um, o do sal, a medicina de Paracelso define o cloreto de sódio como uma das qualidades vitais (o Natrum muriaticum é um importante medicamento homeopático na definição do biotipo oxigenóide e da constituição fosfórica).


5) RAZÃO ASTROATÔMICA:

É a relação matemática direta, entre si, das grandezas de massa do Sol (M = 198 x 10³¹ g) e do ouro (A = 197 u.m.a.) a qual fornece o parâmetro ponderal da proporcionalidade astroatômica. A razão da massa solar (em gramas, g) com a massa do elemento químico ouro (em unidades de massa atômica, u.m.a.) resulta na correspondência astroatômica ponderal...


a) Massa Astronômica do Sol (M):

M = 198 x 10³¹ g (massa solar).


b) Massa Atômica do Ouro (A):

A = 197 u.m.a. (massa elementar do ouro).


c) Razão Astroatômica:

R = M / A => R = 198 x 10³¹ g / 197 u.m.a. = 1,005 x 10³¹ g / u.m.a.

Logo: R ≈ 10³¹ g / u.m.a.

Assim, a seguinte expressão trata desta razão ponderal da proporcionalidade astroatômica...

R = 10³¹ g / u.m.a.

Onde:

R = Razão Astroatômica

g = unidade de massa (em gramas).

u.m.a. = unidade de massa atômica.


d) Descrição Quântica Complementar:

“O caráter complementar da descrição quântica se expressa claramente quando se explicam a composição e as reações dos sistemas atômicos”.

“As regularidades referentes aos estados energéticos dos átomos e moléculas, responsáveis pelos espectros característicos dos elementos e pelas valências das combinações químicas, só aparecem em circunstâncias em que se exclui o controle das posições dos elétrons dentro do átomo e da molécula”.

“Nesse contexto, é interessante notar que a aplicação fecunda de fórmulas estruturais na Química se baseia exclusivamente no fato de que os núcleos atômicos são muito mais pesados que os elétrons. Entretanto, no que diz respeito à estabilidade e às transmutações dos próprios núcleos atômicos, as características quânticas se tornam decisivas”.

“Somente numa descrição complementar, que transcenda o âmbito conceitual da natureza, é possível encontrar lugar para as regularidades fundamentais que respondam pelas propriedades das substâncias que compõem nossos instrumentos e nossos corpos”.

(Niels Bohr em trecho do artigo intitulado “A Ciência Física e o Problema da Vida”, extraído do Livro “Física Atômica e Conhecimento Humano” – Tradução de Vera Ribeiro – Editora Contraponto, Rio de Janeiro, 1995).

Pela mesma referência bibliográfica acima, o mesmo genial Niels Bohr, durante o “Congresso de Física e Biologia em memória a Luigi Galvani”, em Bolonha, a outubro de 1937, diz o seguinte:

“... Para um paralelo com a lição da teoria atômica acerca da limitada aplicabilidade dessas idealizações costumeiras, devemos nos voltar, na verdade, para ramos bem diferentes da ciência, como a (para) psicologia, ou até ao tipo de problemas epistemológicos com que já se confrontavam pensadores como Buda e Lao Tsé, ao tentarem harmonizar nossas posições de espectadores e atores no grande drama da vida. Entretanto, o reconhecimento de uma analogia no caráter puramente lógico de problemas que se apresentam em campos tão largamente separados do interesse humano não implica, de modo algum, que se aceite na física atômica qualquer misticismo que seja alheio ao verdadeiro espírito da ciência...”

OBSERVAÇÕES:

d.1) Parapsicologia:

Considerei o prefixo “para” entre parênteses, antes do termo original utilizado pelo genial Bohr, a palavra “psicologia”, pelo fato da psicologia já ter, nos dias de hoje, o status de ciência convencional e, desse modo, sugiro uma alternativa à expressão original, sem, contudo, alterá-la.

d.2) Psicon:

Não é do meu conhecimento que Niels Bohr tenha manifestado interesse por parapsicologia, mas a referida bibliografia desse cientista quântico traz em seu debate com o também genial Albert Einstein, uma citação interessante sobre o autor da Teoria da Relatividade, a qual citação pode suscitar atenções futuras ao chamado “psicon”, o substrato do pensamento, descrito, por exemplo, pelo professor Geraldo Sarti da parapsicologia no Rio de Janeiro.

Transcrevo um trecho do debate epistemológico entre Bohr e Einstein, a seguir, em que se pode aludir um paralelo entre as chamadas “ondas fantasmas” e o mencionado “psicon”, na ausência de conceitos prévios ou preconceitos:

“Quando tive a grande experiência de me encontrar com Einstein pela primeira vez, durante uma visita a Berlim em 1920, essas questões fundamentais foram o tema de nossas conversas. As discussões, às quais voltei com freqüência em meu pensamento, acrescentaram a toda minha admiração por Einstein, uma profunda impressão quanto a sua atitude imparcial.”

“Certamente, o uso que ele favorecia de expressões pitorescas, como ‘ondas fantasmas (Gespensterfelder) a guiar fótons’, não implicava nenhuma tendência ao misticismo, mas ilustrava, antes, um profundo senso de humor por trás de suas penetrantes observações.” (Niels Bohr, em debate com Albert Einstein).


e) Diagrama de Venturelli (ou Diagrama de Pauling-Venturelli):

A distribuição eletrônica, em caráter complementar à consolidação de massa, remete a configuração da energia à descrição quântica complementar, o que requer a aplicação do diagrama de Venturelli, o qual trata os subníveis quânticos de um modo geral e não apenas referentes ao elétron mais energético.

Portanto, a aplicação astroatômica da equação sintética é bem empregada, mas se complementa por esta razão astroatômica, que leva em conta que o elemento químico ouro é o metal menos reativo e, portanto, o mais nobre, assemelhando-se assim, à configuração daqueles elementos chamados de gases nobres.

Neste “diagrama de Pauling-Venturelli”, então, o sistema astroatômico é tratado tal qual o “modelo Babuska”, quer dizer, cada unidade tridimensional contém outra unidade tridimensional, por sete gerações sucessivas, ou até o limite espaço-temporal do referencial transuniversal da relatividade relativizada (princípio da equivalência correspondente).

Desse modo, as diversas aplicações astroatômicas exigem ou, pelo menos, pedem que a massa seja conceituada como energia estrutural, em razão direta do espaço, enquanto o tempo seja conceituado como energia funcional, desta feita, em razão inversa do espaço.

Assim sendo, o padrão astroatômico ponderal é viabilizado pelo diagrama de Venturelli, correspondendo à relação de massas entre um átomo de ouro (relacionado ao “núcleo atômico” em geral) e o nosso astro central, o Sol (relacionado ao “núcleo astronômico” em geral) o que se traduz pela razão astroatômica.


6) BIBLIOGRAFIA:

Esta referência bibliográfica (a seguir) pode ser pesquisada na Biblioteca Nacional...

Venturelli, Paiva. – Dinamização in Vivo. Joinville, Editora Letra Médica, 2004.

Venturelli, Paiva. – Teoria Bioquântica Astro-Atômica. Pouso Alegre, Editora Sul das Geraes, 1995.


7) DADOS BIOGRÁFICOS:

O autor é médico formado pela Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ) e pós-graduado pela Sociedade de Homeopatia do Estado do Rio de Janeiro (na UNIRIO, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) com título de especialista da Associação Médica Brasileira (AMB) reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina.


8) SUMMARY (ASTROATOMIC EQUATIONS IN ENGLISH):

Astroatomic equation treats of the proportionality between the quantum levels and the planetary orbits.


8.1) INTRODUCTION:

Astroatomic equations was developed by analogy among the equation of universal gravitation (Law of Newton) and the equation of electrostatic interaction (Law of Coulomb) what presupposes the mass relativization is in dynamic balance between two opposite dimensions (matter and antimatter) separates by the inverse time.


8.2) SYNTHETIC ASTROATOMIC EQUATION:

In the synthetic equation each quantum level is observed in function of the atomic number, that is what identifies a chemical element, so that the number of the electrons and protons is cumulative among a shell and other.


a) Formula:

S = P ( Z ) / Rn

Where: S = medium distance of the gravitational orbits of the planets around the Sun; P = astroatomic constant of proportionality = 100 . c . s (a hundred times the speed of the light multiplied a second = 30 x 100³ km . s / s); Z = atomic number (identity of the chemical element) at each quantum level; Rn = resulting from quantum number of the most energy electron in each atomic shell (it is the sum of principal quantum number, “n”, azimuthal quantum number, “n – 1”, and spin quantum number, “s” = – 0,5 or + 0,5, when an orbital one is incomplete and a spin doesn’t annul other).


b) Quantum Levels (considering the electron with the largest energy):

Be the atomic shells and the maximum number of electrons (and consequently of protons, what takes the atomic number, Z):

* Shell K: 2 electrons, Z = 2 (helium) => Rn = 1.0

* Shell L: 8 electrons (more 2 electrons of the previous shell), Z = 10 (neon); Rn = n (n = 2) + L (L = 2 – 1 = 1) + s (s = – 0.5 + 0.5 = 0) => Rn = 3.0

* Shell M: 18 electrons (more 10 electrons of the previous shells), Z = 28 (nickel); Rn = n (n = 3) + L (L = 3 – 1 = 2) + s (s = 0.5) => Rn = 5.5

* Shell N: 32 electrons (more 28 electrons of the previous shells), Z = 60 (neodymium); Rn = n (n = 4) + L (L = 4 – 1 = 3) + s (s = 0.5) => Rn = 7.5

* Shell O: 32 electrons (more 60 electrons of the previous shells), Z = 92 (uranium, the element of largest atomic number found in Nature); Rn = n (n =5) + L (L = 4 –1 = 3) + s (s = 0.5) => Rn = 8.5


c) Application:

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1.0 = 60 x 100³ km (proportionality of the helium at the distance for the planet Mercury orbit around the Sun).

S2 = 30 x 100³ km (10) / 3.0 = 100 x 100³ km (proportionality of the neon at the distance for the planet Venus orbit around the Sun).

S3 = 30 x 100³ km (28) / 5.5 = 152 x 100³ km (proportionality of the nickel at the distance for the planet Earth orbit around the Sun).

S4 = 30 x 100³ km (60) / 7.5 = 240 x 100³ km (proportionality of the neodymium at the distance for the planet Mars orbit around the Sun).

S5 = 30 x 100³ km (92) / 8.5 = 324 x 100³ km (proportionality of the uranium at the distance for the asteroids belt orbit around the Sun).


8.3) ANALYTICAL ASTROATOMIC EQUATION:

The analytical equation considers the atom dismembered in their atomic shells, each one of which taken by the respective electronic identity, in other words, for the maximum number of electrons in each quantum level.

Once dismembered the shells, the expression of the atomic number will be the own electronic identity of each shell, independent of their predecessors.

Taken the atomic shells dismembered analytically, the distribution is made unfeasible in sub levels and orbital, being the resulting from quantum number the own principal quantum number of the respective energy state.

This way, being debited the magnetic states of the greatness of resulting from quantum number, such energy states will be credited to the greatness space.

For that reason, the value of “S” supplied by analytical equation, it will be the distance of the cosmic magnetic orbits of the planets around the Sun.

It is interesting to observe how it can have electromagnetic disturbances in our planet, for example, when the cosmic magnetic field of Venus approaches the gravitational field of Earth, phenomenon that is observed by the Venus aphelion with Earth perihelion.


a) Formula:

S = P ( Ne¯ ) / n

Where: S = distance of the cosmic magnetic orbits of the planets around the Sun; P = astroatomic constant (P = 100 . c . s); Ne¯ = maximum number of electrons of the atomic shell ; n = principal quantum number.


b) Quantum Levels:

It is admitted that the measure in that principal quantum number, “n”, it grows, the difference of energy between one and other quantum state decreases, tending to a “continuum”.

Being taken like this the last three energy levels, to know, the fifth, sixth and seventh quantum levels (shells O, P and Q) as a state of continuum energy, is had that the principal quantum number will be “n = 5” and the sum of electrons of the continuum quantum state it will be 32 (number of electrons of the shell O) + 18 (number of electrons of the shell P) + 8 (number of the shell Q) = 58 electrons.

The energy being quantum cannot be continuous, therefore, the tendency to that continuum state (tendency admitted in modern Physics) it will only be able to be admitted if it be defined the quantum state is assimilates it referred tendency to the continuum, in other words, the respective atomic shell.

At the fifth quantum level the counting of the maximum electrons number is stabilized, then, for the continuum level, n = 5 and Ne¯ = 58.


c) Application:

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distance of the magnetic cosmic orbit for the planet Mercury around the Sun).

S2 = 30 x 100³ km (8) / 2 = 120 x 100³ km (distance of the magnetic cosmic orbit for the planet Venus around the Sun).

S3 = 30 x 100³ km (18) / 3 = 180 x 100³ km (distance of the magnetic cosmic orbit for the planet Earth around the Sun).

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distance of the magnetic cosmic orbit for the planet Mars around the Sun).

S5 = 30 x 100³ km (58) / 5 = 348 x 100³ km (distance of the magnetic cosmic orbit for the asteroids belt around the Sun).


8.4) BIBLIOGRAPHY:

Venturelli, Paiva. – Dinamização in Vivo. Joinville (SC) Brazil, Letra Médica Publisher, 2004.

Venturelli, Paiva. – Teoria Bioquântica Astro-Atômica. Pouso Alegre (MG) Brazil, Sul das Geraes Publisher, 1995.

Search:

Brazilian National Library (Biblioteca Nacional)


8.5) BIOGRAPHY IN BRIEF:

The author is doctor of medicine graduate for the Petrópolis Faculty of Medicine and postgraduate for the Homeopathy Society of Rio de Janeiro State (Brazil) with title of specialist by the Brazilian Medical Association.




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